É em dias como hoje que venho aqui e (d)escrevo a saudade e o espaço vazio que às vezes aumenta muito dentro do peito e chega a ser maior do que a vontade de seguir em frente.
Venho aqui, a esconder as palavras detrás de outras palavras.
20090329
20071014
20070401
20061107
20061020
20060820
20060808
20060806
quase
Venho aqui e ainda deves estar bem longe. E assim é uma maneira de me lembrar de ti. E de vir partilhar contigo palavras. Ou só a presença, que é o importante e o que basta, quase sempre.
Está quase. Amanhã é mais fácil.
Está quase. Amanhã é mais fácil.
20060804
Hoje acordei e tinha saudades... Andei e andei. Devo ter feito uns 400 quilómetros. E, quando cheguei de novo à sala e me vi pronto para ligar e não estavas aqui, senti-me sozinho. E também não estavas no telefone. E veio outra vez auqele vazio. E então voltei à casa com pó. E sentei-me ao pé da tua memória... Mas o sorriso não saiu. Nem mais nada saiu...
20060720
20060522
A partida é inevitável. E vai ser bom partir.
Quanto às correrias, já sabes. Sou como sou, normalmente corro até não aguentar mais e cair. Depois levanto-me, paro, vejo para que lado quero seguir e recomeço a caminhada, em passo mais lento. Pouco depois já estou a correr de novo.
Não é difícil apanhares-me, mesmo quando perdes o meu ritmo e te adiantas (já que raramente te atrasas). Ainda por cima agora, que temos apanhado tantas vezes o mesmo comboio.
Quanto às correrias, já sabes. Sou como sou, normalmente corro até não aguentar mais e cair. Depois levanto-me, paro, vejo para que lado quero seguir e recomeço a caminhada, em passo mais lento. Pouco depois já estou a correr de novo.
Este tempo vai ser tempo de correr e parar. Não podemos correr até cair porque não temos tempo para recuperar a caminhada que perdemos enquanto vemos para que lado temos de ir. Agora é fixar o caminho, tentar não desviar o olhar e manter o ritmo. Correr apenas para apanhar o comboio, se chegamos atrasados à estação, e parar lá dentro para descansar, até chegarmos a destino, marcarmos de novo o ritmo (se, acaso, a corrida o apagou do nosso corpo) e continuarmos a caminhar.
Não é difícil apanhares-me, mesmo quando perdes o meu ritmo e te adiantas (já que raramente te atrasas). Ainda por cima agora, que temos apanhado tantas vezes o mesmo comboio.
20060518
passos
Depois do primeiro passo, os seguintes, e por aí fora, damos por nós e estamos a correr.
Mas agora, que se aproximam tempos cheios de bifurcações (ou tri, ou mais!), é preciso abrandar o passo e olhar. Digo-te isto a ti... Sou eu que abrando o passo, quase paro (ou paro mesmo!) em frente dessas bifurcações. Não sei até que ponto te posso dizer isto. Se não quiseres abrandar o passo, então continua a correr. Talvez te acompanhe.
E, seguindo qualquer coisa que mal se distingue, lá ao fundo, partir, seja para ali ao lado, seja para aqui tão longe.
Mas agora, que se aproximam tempos cheios de bifurcações (ou tri, ou mais!), é preciso abrandar o passo e olhar. Digo-te isto a ti... Sou eu que abrando o passo, quase paro (ou paro mesmo!) em frente dessas bifurcações. Não sei até que ponto te posso dizer isto. Se não quiseres abrandar o passo, então continua a correr. Talvez te acompanhe.
E, seguindo qualquer coisa que mal se distingue, lá ao fundo, partir, seja para ali ao lado, seja para aqui tão longe.
20060516
Quem é vivo sempre aparece!
Sim, sabes que não tenho tido o tempo que preciso. E, como sempre, sabes sem que precise de te dizer…
É bom sentir-me assim, e é bom saber que isso também se reflecte em ti. Mas nem sonhes quem isso anula o teu insulto à minha querida kooky! Que fique explicito que a minha cadela é uma cadela que, além de ser belíssima, é também muito inteligente! Exalta-se com alguma facilidade, mas isso reflecte o espírito protector em relação a dona (eu, repare-se!). Além disso, viver comigo e jogar com o baralho todo é uma missão impossível. Na verdade, ainda ninguém conseguiu sobreviver intacto…
Quanto às brincadeiras e às coisas serias, quando é que, numa, não há parte de outra? Eu pelo menos quero crer que o há sempre.
O passo foi dado. O meu, o nosso. E, se podemos viver por nós ou viver na sombra do que podíamos ser, prefiro viver por mim. Mas tu sabes. Agora é caminhar… afinal, isso é tudo.
É bom sentir-me assim, e é bom saber que isso também se reflecte em ti. Mas nem sonhes quem isso anula o teu insulto à minha querida kooky! Que fique explicito que a minha cadela é uma cadela que, além de ser belíssima, é também muito inteligente! Exalta-se com alguma facilidade, mas isso reflecte o espírito protector em relação a dona (eu, repare-se!). Além disso, viver comigo e jogar com o baralho todo é uma missão impossível. Na verdade, ainda ninguém conseguiu sobreviver intacto…
Quanto às brincadeiras e às coisas serias, quando é que, numa, não há parte de outra? Eu pelo menos quero crer que o há sempre.
O passo foi dado. O meu, o nosso. E, se podemos viver por nós ou viver na sombra do que podíamos ser, prefiro viver por mim. Mas tu sabes. Agora é caminhar… afinal, isso é tudo.
20060512
contentamento
Yoha, sei que não tens tido tempo para aqui vir, com a calma de que precisas.
Venho eu, então, dizer-te que fiquei muito contente com o passo que deste esta semana.
É bom ver-te assim, cheia de força. Não a percas, mantém-te assim, viva! Nem preciso pedir-te, sei que o vais fazer...
E não te esqueças que, agora que puxámos a corda com força, é só agarrar a mão e aguentar firme, se for preciso.
20060430
pingo de chuva
Tem feito sol e não tenho aproveitado. Ando por aí, em casa e, mesmo fora de casa, não aproveito o sol. Por isso, vim aqui deixar qualquer coisinha, que isto nunca mais começa! A ver o que dá... Entretanto, aproveito para dizer que a Cooky é uma chata. Já sei que isto vai originar reacções adversas e calorosas do outro lado, mas tinha dito que escrevia isto, não era? Então encolho-me, levo uma palmada e deito a língua de fora.
De resto, desafio-te Yohanan, a começares isto comigo, mesmo à séria. Ou a brincar, que é a mesma coisa, no fundo. As brincadeiras foram das coisas mais sérias que fiz... Não é?
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